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Ilanet.GestaoDoConhecimentor1.43 - 20 Mar 2020 - 19:50 - GregorioIvanoff

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A gestão do conhecimento tem várias origens, nas empresas de consultoria e na academia. Dentre os primeiros autores destacam-se Thomas STEWART (capital intelectual), NONAKA e TAKEUCHI (criação do conhecimento na empresa) e Karl SVEIBY (ativos intangíveis).

Segundo FISCHER (2003, Notas de Aula, Proposta na disciplina EAD-5931 - Gestão do Conhecimento, da Aprendizagem e da Educação Corporativa nas Organizações, FEA USP) gestão do conhecimento é um conjunto de "processos e estruturas que visam estimular as pessoas a criar, buscar, preservar, valorizar e compartilhar novas interpretações sobre a realidade em que trabalham".

Dado um contexto específico, atores e agentes devem previamente estabelecer como querem definir conhecimento e gestão do conhecimento (Reunião de 14 de abril de 2004, GetGC, PUC SP).

Gestão do conhecimento pode ser definida segundo diferentes orientações. Segundo WILLMOTT, H., para muitos, e especialmente os que desenvolvem atividades em tecnologia da informação, trata do armazenamento e recuperação de informações, como por exemplo nas atividades de data warehousing. Para outros, que estão em minoria, gestão de conhecimento trata de descobrir e desenvolver processos organizacionais que valorizam e cultivam um processo dinâmico de aprendizagem que é coletivamente compartilhado e irredutível à informação.

Existem diferentes formas de produção do conhecimento. Segundo SVEIBY (1998, A Nova Riqueza das Organizações), a produção do conhecimento consiste de três estruturas: conversão de conhecimento, química pessoal entre especialistas e clientes, e, alavancagem operacional.

Existem outras visões. O conhecimento como processo ou produto é trabalhado por PRICHARD et all. (2002, Managing Knowledge). Na visão que nasce na Academia, com ciência de informação e tecnologia é freqüentemente visto como objeto. Na visão que nasce nas empresas de consultoria é visto como processo através da aprendizagem organizacional.

TERRA (2000, Gestão de Conhecimento) aponta a cultura como uma das principais dimensões das boas práticas da gestão do conhecimento.


Gestão de conhecimento de segunda geração


Ana Neves

Agosto, 2003

Mark McElroy é tido como uma das primeiras pessoas a falar sobre gestão de conhecimento de segunda geração. Algumas pessoas concordam com as suas ideias, outras não. Algumas pessoas dizem que o que ele defende é o que a GC sempre devia ter sido. Algumas pessoas dizem que a segunda geração de gestão de conhecimento (SGGC) é uma manobra de marketing. O que eu sei é que foi um prazer ler este livro onde o autor partilha algumas ideias que devemos respeitar, considerar e possivelmente aplicar.

http://www.kmol.online.pt/livros/mce03/mce03_1.html (Não disponível)


http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=%22The+New+Knowledge+management%22+%22Complexity%2C+Learning%2C+and+Sustainable+Innovation%22&btnG=Pesquisar


Organizações que aprendem


É possível fazer Gestão do Conhecimento sem utilizar Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)?


A resposta é SIM.

Criar, identificar, reter, partilhar, adquirir, desenvolver e utilizar conhecimento são atividades relacionadas às pessoas, aos seres humanos. Portanto, por princípio, não necessariamente necessitam de TIC para serem realizadas.

Claro que quando se tem uma quantidade grande de pessoas ou simplesmente as pessoas estão dispersas geograficamente, então há necessidade de utilizar tecnologia em forma de hardware, software, serviços de telecomunicações e redes.

É importante sempre ter em mente que as TICs podem ser importantes ferramentas (e puramente ferramentas) de suporte para as atividades listadas, mas nem sempre são necessárias e imprescindíveis.

-- FabioCamara - 31 Jan 2004


Conhecimento reconhecido


Na reunião de setembro do GetGC eu entendi, através da posição dos participantes, que o conhecimento existe quando ele é devidamente reconhecido pela coletividade, ou seja o conhecimento é coletivo e quando ele não é trocado ou passado entre e pelas pessoas ele é inútil. O conhecimento tem de ser identificado, compartilhado, reconhecido e aceito. Daí ele vira propriedade pública, passa a ser público e tem maiores chances de que novos conhecimentos sejam criados a partir de sua agregação de valor.

Tudo isso centra nas PESSOAS a responsabilidade de qualquer processo de criação do conhecimento ou de gestão do conhecimento. PESSOAS mesmo! no plural, visto que qualquer indivíduo dentro do coletivo pode ser um agente de conhecimento.

Quando levamos a sério tudo isso e comparamos com a cultura, os valores da maioria das pessoas e extrapolando para as empresas também (entendendo a cultura da empresa como fortemente influenciado pelos valores dos agentes intelectuais e de poder dominantes), a impressão que dá é que discutir criação de conhecimento sob o enfoque humano, colocando no jogo fatores ligados a relacionamentos, fatores psicológicos e culturais, em muitos ambientes existentes é um desafio e tanto.

Muitas empresas precisam passar por mudanças significativas em todos os níveis hierárquicos, de poder, ou seja lá qual for a forma como ela se encontra distribuída, para pensar em tornar-se uma empresa intensiva em conhecimento.

Uma empresa intensiva em conhecimento não necessariamente é uma empresa que trabalha com informação. Por exemplo, uma fábrica de software pode ser muito bem sucedida, vendendo seus produtos desenvolvidos por cérebros que traduzem processos físicos para a linguagem do software, e não ser uma empresa intensiva em conhecimento. Por que?

Simplesmente a fábrica de software pode estar apenas traduzindo coisas existentes para uma nova formatação e isso não é CRIAR conhecimento.

Legal, utilizamos o termo "fábrica de software". Mesmo sendo uma empresa que trabalha informação pode ter um esquema muito parecido com as fábricas da primeira metade do século XX, onde a maioria das pessoas convertia matérias-primas em produtos acabados e o "cérebro" não era necessário. Muitas vezes atrapalhava, segundo algumas teorias Fordistas.

Não é simples falar e encontrar empresas intensivas em conhecimento, criadoras de conhecimento, que façam do conhecimento a sua vantagem competitiva sustentável por longos anos.

Por enquanto o que podemos afirmar é que as empresas que focam nas pessoas e acreditam que são os atores principais para a criação de conhecimento, estas sim, podem perpetuar uma determinada vantagem em relação as outras.

(Continua...)

-- FabioCamara - 05 Sep 2003


Texaco


Pérolas de sabedoria


29/11/2001


http://www.informationweek.com.br/shared/print_story.asp?id=18016


Empresas tornam efetiva a prática de gestão do conhecimento, que permite transformar a troca de experiências em redução de custos e mais produtividdade

Há cerca de um ano, a Texaco americana reuniu os líderes de vários grupos de trabalhadores informais dentro da empresa. A finalidade era descobrir um meio de aproveitar o potencial de um banco de dados que freqüentemente não consegue ser acessado por nenhum software – o cérebro humano. A Convenção para o Aprendizado de Lições, da Texaco, teve suas raízes em uma "expedição do pensamento", que a companhia de petróleo organizou em meados de setembro de 1998, quando reuniu executivos interessados em aprender como fazer com que as pessoas compartilhem suas experiências de trabalho, tanto as boas como as más, assim como dicas e contatos externos, com outros membros da empresa.

Os participantes foram ensinados sobre como reconhecer as pequenas panelinhas que freqüentemente se formam em torno de um interesse relacionado ao trabalho, a identificar o líder e a dar apoio a essas comunicações informais. Embora algumas companhias possam ver esses grupinhos de pessoas como um meio de promover a fofoca inútil, a Texaco reconheceu esses grupos como uma fonte de informações que ela não conseguiria obter em uma planilha do Excel ou um documento do Word: o conhecimento que os funcionários reúnem por meio de experiências no trabalho e armazenam em suas cabeças.

Na reunião realizada em Houston, os líderes desses grupos informais – geólogos, especialistas em extração de petróleo e outros experts – ouviram esses profissionais explicar a dinâmica por trás das redes humanas e como elas podem ajudar uma empresa a se tornar mais competitiva pelo amplo compartilhamento de seu conhecimento. Esse foi o primeiro passo para conseguir com que os funcionários ficassem empolgados em fornecer informações para a companhia, em grande escala, e permitir que a Texaco implementasse tecnologia para transformar todo esse conhecimento em algo mais bem gerenciado.

-- GregorioIvanoff - 09 Sep 2004


Aprendizado e crescimento: expedições, expedição do pensamento, empresas em conhecimento, construção de confiança, epistemologia nietszcheana, Siemens


Palavras-chave: relação homem-trabalho, orientações de valor, produção de conhecimento, sistemas de conhecimento, agente de conhecimento, árvores de conhecimentos, redes de informação, capital intelectual, educação corporativa, fator humano, identidades virtuais, mapas mentais, redes sociais, ativos intangíveis, educação distribuída, disciplinaridade, aprendizagem, conhecimento, ações, atratores, mudança, objetos, organização, pessoas, práticas, psicologia, resultados, sequência, serendipidade, singularidade, software, tecnologia, trabalho, transformação, valor, GetGC, PUC-SP MBIS, SBGC, PUC SP, Fundação Vanzolini, eLabSoft, Cidade do Conhecimento, CBN Mundo Corporativo, TerraForum


English: knowledge management


Resultados: consistência na orientação epistemológica, retenção do conhecimento, produção do conhecimento, desafios da socialização, economia do conhecimento, tecnologias que educam


MAGGI, B. Do agir organizacional: Um ponto de vista sobre o trabalho, o bem-estar, a aprendizagem, São Paulo: Editora Edgard Blücher, 2006.

SELNER, Claudiomir. Método para análise de sistemas de conhecimento, inspirado no princípio da complementaridade de Niels Bohr. Doutorado: Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção. Área: Gestão de Negócios. Universidade Federal de Santa Catarina UFSC. Disponível em < http://teses.eps.ufsc.br/Resumo.asp?6576 >.

SELNER, Claudiomir. Análise de requisitos para sistemas de informações, utilizando as ferramentas da qualidade e processos de software. Mestrado: Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção. Área: Gestão da Qualidade e Produtividade. Universidade Federal de Santa Catarina UFSC. Disponível em < http://teses.eps.ufsc.br/Resumo.asp?755 >.

SVEIBY, K. A Nova Riqueza das Organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1998

Tecnologia da Informação aplicada à Gestão de Conhecimento. Disponível em < http://www.comartevirtual.com.br/colecao_fumec/tecno_da_informacao/sinopse_01.htm >. http://www.contentdigital.com.br


http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=orienta%C3%A7%C3%A3o+comunidade+%22gest%C3%A3o+do+conhecimento%22&btnG=Pesquisar


Number of topics: 137


Express

Number of topics: 45


Ágora

Number of topics: 60


Persona

Number of topics: 14


Community


Efficiency / Eficiência   Community / Comunidade
  Twitter Pipl
  Annual report / Balanço anual  
  Research social networks / Redes sociais de pesquisa Wikipedia
Personality / Individualidade   Sociability / Sociabilidade

-- GregorioIvanoff - 12 Sep 2009
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