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Agora.BusinessIntelligencer1.41 - 24 Sep 2015 - 16:04 - GregorioIvanoff

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Ágora


ROI em Projetos de BI


BARBOSA, Guilherme Nacif. ROI em Projetos de BI. Pós-graduação em Business Intelligence, Turma 2LL, FIAP, 2005.


Como justificar um alto investimento em um projeto de BI? Os executivos avaliam constantemente o custo contra o benefício de decisões de negócios, e um projeto de BI não foge a regra. Existem cálculos e medidores financeiros que auxiliam nesta tarefa. Uma das medidas financeiras geralmente utilizada é o cálculo do retorno no investimento (ROI). Há duas razões preliminares justificando o cálculo do ROI.

Avaliação Business Case

Cada vez mais, antes que a iniciativa esteja empreendida, os gerentes de projeto são pedidos para avaliar os benefícios financeiros do projeto. O ROI fornece uma medida financeira que quantifica os retornos financeiros, permitindo que os gerentes avaliem e priorizem as várias iniciativas da tecnologia de informação dentro de sua organização.

Avaliação Post-Project

Na conclusão de um projeto de BI, os gerentes de projeto podem calcular o ROI do projeto como uma avaliação post-project. A finalidade deste tipo de avaliação é o cálculo original do ROI executado. O ROI e as suposições originais estavam corretos? Que fatores foram identificados durante a execução do projeto que impactou o cálculo original do ROI? Durante a execução do projeto, o ROI também pode ser usado como meios de promover os benefícios financeiros à organização, aos clientes e aos sócios.

Valor Presente Líquido (NPV)

O Valor Presente Líquido do fluxo de caixa de uma operação é o somatório de todos os valores atuais calculados no instante t=0 para cada elemento isolado da operação. O NPV permite que você determine o valor do dinheiro investido depois de um ou mais anos do cálculo no instante t=0.

O cálculo do ROI avalia o NPV projetado para os fluxos de dinheiro derivados do lucro resultante do projeto, dividido pelo investimento inicial. Com esta medida financeira, pode-se avaliar o benefício do projeto sobre os custos iniciais. Por exemplo, supondo que o NPV lucrado foi de R$1.500.000,00 e o investimento inicial era de R$1.000.000,00. O ROI então seria 150% do investimento inicial, significando que houve um ganho de 50%. A fórmula do ROI é a seguinte:

ROI= NVP do lucro x 100/ Investimento Inicial

Uma das maneiras de se classificar o custo em um projeto de BI seria dividi-lo em três categorias:

  • Hardware: Custos relacionados a aquisição de novos servidores e computadores ou infraestrutura de rede.
  • Software: Custos relacionados aos programas necessários para o projeto como aplicativos de BI e banco de dados, assim como o pagamento de suas licenças.
  • Equipe: Custos relacionados ao recursos internos e externos dedicados ao projeto como: gerente do projeto, analistas de negócio, DBAs, analistas de sistemas entre outros profissionais envolvidos no projeto.

Também podemos dividir o custo de implementação de um projeto de BI em duas categorias:

  • Inicial: Custos relacionados à aquisição de hardware, software e suas licenças, instalação e configuração do sistema assim como treinamento de usuários.
  • Recorrente: Custos relacionados ao projeto depois de seu término.

Compreender o custo total da implementação do projeto é imperativo para estar dentro do orçamento estipulado para o projeto, além de ajudar no planejamento das fases de implementação. Todos os valores obtidos das três categorias citadas acima (Hardware, Software e Equipe) serão usados no cálculo do ROI.


Bibliografia:


http://www.decisionwarehouse.com.br/institucional/business.htm
http://www.choose.com.br/infochoose/artigos/34art03.htm
http://www2.cio.com/analyst/report657.html
http://www.eac.fea.usp.br/cadernos/completos/cad14/conciliacao_certo.pdf
http://www2.cio.com/analyst/report278.html
http://www2.cio.com/analyst/report1344.html
http://www.evaltech.com/wpapers/calculatingroiforbiproj1.htm/

-- Main.guest - 24 Aug 2004


BI exige profissional com experiência técnica e de negócios


O perfil necessário ao profissional encarregado das iniciativas de business intelligence (BI) demanda conhecimentos técnicos na mesma medida que capacidades de negócios.


"Vivemos em uma época de constantes transições e fusões no mercado de trabalho" (KAISER, 2005).

"O que ontem era garantia de um futuro certo e sossegado hoje é simplesmente requisito básico para se ter o mínimo de conforto no presente. Vivendo em uma economia globalizada, onde vários fatores influenciam as tomadas de decisões das empresas, não basta ao profissional exibir um currículo invejável de qualificações para garantir seu espaço no mercado" (KAISER, 2005).

"O profissional moderno deverá desenvolver características especiais para o mercado de trabalho, em que consiga administrar com eficiência sua carreira sem deixar em segundo plano sua vida pessoal" (KAISER, 2005).

"Quantos de vocês já contaram estrelas no céu? Se moram em São Paulo (uma cidade grande) contaram algumas dezenas, caso contrario algumas centenas ou mesmo milhares. E por que isto acontece?" (GOEBBELS, 2005).

"Contudo, um mapa de conceitos vai além do esquema convencional: mostra as relações entre os conceitos, inclui relações bidirecionais, é constituído por nós (normalmente círculos onde se inscrevem os conceitos) e ligações (linhas) que representam as relações entre os conceitos, através de proposições. Um bom mapa conceitual expõe os conceitos e as proposições fundamentais numa linguagem explícita e concisa" (OLIVEIRA, Carla, 2005).

"Para nos livrar dos bugs, vírus, hackers e outros males que infernizam o espaço cibernético só mesmo um santo muito forte" (PEREIRA, 2005).


Aprendizado e crescimento: inteligência financeira, questionário, configuração


Palavras-chave: carreira em projetos, migração de servidor, capacidades dinâmicas, educação em soluções, negócios em conhecimento, portais corporativos, interfaces de processos, fábricas de software, software livre, tecnologia, segurança, mapas de conhecimento, educação, motivação, literatura, religião, esoterismo, cães


Keywords: knowledge business intelligence


Brasil: FIAP


ALMEIDA, Higor Fiori de. Como escolher um cão. Pós-graduação em Business Intelligence, Turma 2LL, FIAP, 2005.

BAHENA, Maico. PDA: Personal Digital Assistant. Pós-graduação em Business Intelligence, Turma 2LL, FIAP, 2005.

BATISTA, Rodrigo Gomes. O Usuário. Pós-graduação em Business Intelligence, Turma 2LL, FIAP, 2005.

BERGONZINI, Cezario. Fábricas de Software. Pós-graduação em Business Intelligence, Turma 2LL, FIAP, 2005.

BI exige profissional com experiência técnica e de negócios. Disponível em < http://computerworld.uol.com.br/gestao/2006/11/22/idgnoticia.2006-11-22.8173819861 >.

BI & EPM: The Oracle Guide to Management Excellence. Oracle. Disponível em < http://www.oracle.com/solutions/business_intelligence/docs/guide-management-excellence.pdf >.

Blog. MBIS. Disponível em < http://blog.roseit.com.br >.

Consultora usa método matemático para ajuda contra crise. Disponível em < http://wap.noticias.uol.com.br/economia/ultnot/2009/05/24/ult3679u6760.htm >.

GASPAR, Demetrius. Internet - Uma rede para invasões. Pós-graduação em Business Intelligence, Turma 2LL, FIAP, 2005.

GOEBBELS, Martin. Onde estão as estrelas? Pós-Graduação em Business Intelligence, Turma 2LL, FIAP, 2005. Disponível em < http://www.kplus.com.br/materia.asp?co=228&rv=Literatura >. Acesso em 6 abr. 2011.

GONÇALVES, Christiano Hage. O que é Veille Stratégique

Grupo Yahoo. Disponível em < http://br.groups.yahoo.com/group/2LLBIFIAP >.

IVANOFF, G. B. Um mapa conceitual sobre Business Intelligence.

KAISER, Rosangela. Gestão de carreira, quem se importa? Pós-graduação em Business Intelligence, Turma 2LL, FIAP, 2005. Disponível em < http://carreiras.empregos.com.br/carreira/comunique_se/col_leitor/040405-carreira_familia_rosangela.shtm >. Acesso em 6 abr. 2011.

MARTINEZ, Debora. O que as Empresas devem focar na hora de desenvolver seus Portais Corporativos. Pós-graduação em Business Intelligence, Turma 2LL, FIAP, 2005, 30 ago. 2004.

MORAES, Gisele Lopes de. Esoterismo - Portal para o autoconhecimento. Pós-graduação em Business Intelligence, Turma 2LL, FIAP, 2005.

NISHIMURA, Cecília Yoshiko Itchikawa. Um "Toc" na cuca: Técnicas para estimular a criatividade. Pós-Graduação em Business Intelligence, FIAP, 2005.

NOGUEIRA, Edson Ramos. Os Portais Corporativos no Cotidiano Profissional. Pós-graduação em Business Intelligence, Turma 2LL, FIAP, 2005.

OLIVEIRA, Andrea Costa. Qualidade de Dados. Pós-graduação em Business Intelligence, Turma 2LL, FIAP, 2005.

PAVANI, Renato. Business Intelligence: é estratégia ou tecnologia? FIAP. Disponível em < http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/Business_Intelligence__e_estrategia_ou_tecnologia_/id/2704 >.

OLIVEIRA, Carla. Mapas de Conhecimento. Pós-Graduação em Business Intelligence, Turma 2LL, FIAP, 2005. Disponível em < http://www.informal.com.br/pls/portal/docs/PAGE/GESTAODOCONHECIMENTOINFORMALINFORMATICA/ARTIGOSGESTAODOCONHECIMENTO/ARTIGOSGC/21082004_0.PDF >.

PEREIRA, Ronaldo. Santo Isidoro de Servilha: O Padroeiro da Internet. Pós-graduação em Business Intelligence, Turma 2LL, FIAP, 2005. Disponível em < http://www.exercitodedeus.com.br/formacao017.htm >.

SGAI, Robson Luis. Mito e Realidade - O Software Livre na Saúde Pública. Pós-graduação em Business Intelligence, Turma 2LL, FIAP, 2005.

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Vigilância Tecnológica. Disponível em < http://www.uoc.edu/web/cat/art/uoc/escorsa0202/escorsa0202_imp.html >.

Wikipedia. Disponível em < Wikipedia:Business_Intelligence >.


http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=orientation+social+human+%22business+intelligence%22&btnG=Pesquisar


Number of topics: 35


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Number of topics: 5


ILAnet

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Express

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Pipl

http://pipl.com/directory/tags/Business%20Intelligence

-- GregorioIvanoff - 10 Nov 2005
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